De todos os pontos curiosos o que mais me chamou a atenção foi o título do romance “Amar Verbo Intransitivo”, pois se mostra muito interessante. Afinal “amar” não seria um verbo transitivo? Porque além da ação transitar esse verbo não se constitui por si só. Sim, porém o autor em suas ideias refere-se à uma certa forma de amar entre dois individuos, nesse caso podemos destacar a estranha relação entre Fraulein e Carlos (personagens principais do romance).
Carlos é de família Burguesa, filho mais velho do casal Felisberto e Laura, que contrata Fraulein para se responsabilizar no preparo de Carlos em herdar os bens familiares. Secretamente Fraulein seduz Carlos sem ele dar conta de suas intenções. Tempo depois ele passa a se atrair por Fraulein e tem relações com a mesma. Foi esse tal “amor intransitivo” que levou o garoto a se satisfazer posteriormente com outras pessoas, sem o sentido verdadeiro do que é o amor. Esse fato mostra a real importância do amor “transitivo”, um amor direto e mais sincero.
Aluno : Ageu Augusto
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